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Comédia 18 R$ 25,00 a R$ 50,00

A Bofetada

Teatro Atheneu

São José - Aracaju - SE

Endereço

Rua Doutor Leonardo, 367
São José - Aracaju - SE

ver google maps

Compre pelo telefone de segunda a domingo das 9h às 21h

(79) 3003-9176

Temporada

Sábado 21h | Domingo 20h

08 a 09 de Outubro de 2016

Ingressos

R$ 25,00 a R$ 50,00

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.

Valores

R$ 50,00 inteira
R$ 25,00 meia

TURNÊ 2016
VOLTA AO TEATRO ATHENEU, ARACAJU

Os onze personagens da mais que irreverente A BOFETADA, maior sucesso da Cia Baiana de Patifaria e um dos maiores fenômenos do teatro brasileiro, que esse ano completa 28 anos, estão em Turnê entre agosto e dezembro, invadindo teatros na Bahia, mas incluíram, também, Aracaju no roteiro, com duas apresentações em outubro no Teatro Atheneu: dia 8, sábado às 21 horas e dia 9, domingo às 20 horas.

A BOFETADA – uma grande homenagem ao universo do teatro

Era novembro de 1988 quando A BOFETADA estreou, na pequena Sala do Coro do Teatro Castro Alves, alterando a frequência do público que passou a lotar os teatros para ver artistas locais em cena. De lá pra cá, o espetáculo já percorreu mais de 50 cidades de norte a sul do país.

Como nenhum espetáculo ou temporada são iguais, a cada cidade do roteiro a trupe prepara as novidades para cada plateia. No total, 17 atores já interpretaram os personagens criados por Mauro Rasi, Miguel Magno e Ricardo de Almeida, três autores paulistas do chamado ‘teatro besteirol’. Na atual formação de elenco, Fanta Maria, Pandora, Eleonora, Vânia, Dirce, Camilinha, Helena, Araci, Paloma, Marivaldo e a Rainha, os personagens tão queridos do público, são interpretados por Diogo Lopes Filho, Mario Bezerra, Marcos Barretto e Lelo Filho, que também assina a direção, juntamente com o diretor assistente Odilon Henriques. A concepção original é de Fernando Guerreiro.

No primeiro esquete, “O Calcanhar de Aquiles”, (extraído de Pedra, a tragédia), de Mauro Rasi, a atriz decadente Eleonora (interpretada pelo ator Mário Bezerra) obriga a crítica de teatro Vânia Leão (vivida por Marcos Barretto) e a namorada Dirce (interpretada pela segunda vez por Diogo Lopes Filho) a assistir sua montagem apoteótica – um balé musical trágico – na qual interpretará, sozinha, 60 personagens de uma tragédia grega.
Os dois esquetes seguintes (extraídos de Quem tem medo de Itália Fausta), são assinados por Miguel Magno e Ricardo de Almeida. Em “O Ponto e a Atriz”, vários gêneros teatrais são ironizados ao resgatar a função do Ponto, figura que lembrava o texto para as divas das grandes companhias de teatro durante as apresentações. Nesse esquete, O Ponto, Marivado (interpretado por Mário Bezerra), se vê em apuros ao contracenar com Maria I, ‘a rainha boba’ (vivida por Lelo Filho), a sensual Helena (interpretada por Marcos Barretto), a espevitada anãzinha Camila (vivida por Diogo Lopes Filho) e a desbocada Aracy (também interpretada por Marcos Barretto).
No último esquete, “Fanta e Pandora”, o ensino do teatro é o foco central e o público é transformado em mais uma personagem com quem duas professoras universitárias, Fanta Maria (interpretada por Lelo Filho desde 1988) e Pandora Luzia (dessa vez vivida por Diogo Lopes Filho) passam a interagir numa improvável aula sobre a influência de dois fonemas no teatro javanês, durante os últimos 15 dias do século XII a.c.
Desde 1988, muitos bordões que foram criados por tantos atores que já passaram pelo espetáculo, vêm virando assunto em mesas de bar, nos ambientes de trabalho e nas casas de quem assiste e acaba repetindo: ‘é a minha cara’, ‘eu tou tão tão que nem nem’, ‘rebobine’, ‘cadê meus botões?’, dentre outros. A BOFETADA é centrada basicamente no tempo de comédia do ator e o que mais impacta o espectador é a maneira como a peça vai sendo renovada pelo elenco através de referências a fatos do cotidiano, mantendo as características marcantes no trabalho da Cia Baiana de Patifaria: improvisações a partir de acontecimentos do noticiário, participação da plateia e críticas a comportamentos da sociedade contemporânea, estabelecendo uma forte comunicação com o público. A BOFETADA atravessou vários acontecimentos históricos do país e a cada nova montagem atrai novas gerações de espectadores, além de ser assistida por antigos fãs. A proposta sempre foi ir além de realizar apenas um teatro de entretenimento e a estreia de A BOFETADA abriu uma nova página na trajetória do grupo com sua profissionalização.







COMPANHIA BAIANA DE PATIFARIA – um breve histórico

Prestes a completar 30 anos nos palcos, a Teatro de Comédia Produções Artísticas, nacionalmente conhecida como Cia Baiana de Patifaria, vem desenvolvendo um teatro de repertório que soma 8 espetáculos: Abafabanca, A Bofetada, Noviças Rebeldes, 3 em 1, A Vaca Lelé, Capitães da Areia, Siricotico uma comédia do balacobaco e Fora da Ordem.

Quando a trupe partiu para sua primeira turnê nacional em 1991, entre o Rio de Janeiro e São Paulo, uma boa definição de seu trabalho foi feita por um jornalista do Jornal O Estado de São Paulo: “Patifaria, na Bahia, não quer dizer desaforo ou pouca vergonha. Significa também, brincadeira exagerada, que passa da conta”. Brincadeira cênica aliada a muito trabalho nos bastidores e uma profunda pesquisa sobre diferentes estilos de comédias. As temporadas da Cia Baiana já aconteceram em alguns dos mais importantes teatros do país: quase todas as casas de espetáculos de Salvador, em São Paulo nos Teatros Bixiga, Mambembe, Cultura Artística, Bibi Ferreira e Imprensa, no Rio de Janeiro no Teatro Ipanema, Teatro Leblon, Teatro dos Quatro, Teatro João Caetano, Teatro das Artes, Teatro Carlos Gomes, em Brasília na Sala Vila Lobos do Teatro Nacional, em Porto Alegre no Teatro São Pedro, em Curitiba no Teatro Guaíra, dentre outros. Em 1997, a comédia musical “Noviças Rebeldes”, dirigida por Wolf Maya, foi apresentada por 2 semanas no St Clement Theatre, em Nova York.

A democratização do teatro através do riso, do humor, para um público cada vez mais amplo e diversificado, essa sempre foi a meta da Cia Baiana de Patifaria. A comédia desde sua origem sempre teve o caráter de aproximar plateias, ao ironizar os dilemas do cotidiano e propor reflexão. Desde 1987, quando surgiu, a Cia Baiana vem tentando manter seu repertório em cartaz, sempre prezando pela qualidade de suas montagens, gerando empregos e ampliando seu público em todo país.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

A Bofetada

Teatro Atheneu

São José - Aracaju - SE

TURNÊ 2016
VOLTA AO TEATRO ATHENEU, ARACAJU

Os onze personagens da mais que irreverente A BOFETADA, maior sucesso da Cia Baiana de Patifaria e um dos maiores fenômenos do teatro brasileiro, que esse ano completa 28 anos, estão em Turnê entre agosto e dezembro, invadindo teatros na Bahia, mas incluíram, também, Aracaju no roteiro, com duas apresentações em outubro no Teatro Atheneu: dia 8, sábado às 21 horas e dia 9, domingo às 20 horas.

A BOFETADA – uma grande homenagem ao universo do teatro

Era novembro de 1988 quando A BOFETADA estreou, na pequena Sala do Coro do Teatro Castro Alves, alterando a frequência do público que passou a lotar os teatros para ver artistas locais em cena. De lá pra cá, o espetáculo já percorreu mais de 50 cidades de norte a sul do país.

Como nenhum espetáculo ou temporada são iguais, a cada cidade do roteiro a trupe prepara as novidades para cada plateia. No total, 17 atores já interpretaram os personagens criados por Mauro Rasi, Miguel Magno e Ricardo de Almeida, três autores paulistas do chamado ‘teatro besteirol’. Na atual formação de elenco, Fanta Maria, Pandora, Eleonora, Vânia, Dirce, Camilinha, Helena, Araci, Paloma, Marivaldo e a Rainha, os personagens tão queridos do público, são interpretados por Diogo Lopes Filho, Mario Bezerra, Marcos Barretto e Lelo Filho, que também assina a direção, juntamente com o diretor assistente Odilon Henriques. A concepção original é de Fernando Guerreiro.

No primeiro esquete, “O Calcanhar de Aquiles”, (extraído de Pedra, a tragédia), de Mauro Rasi, a atriz decadente Eleonora (interpretada pelo ator Mário Bezerra) obriga a crítica de teatro Vânia Leão (vivida por Marcos Barretto) e a namorada Dirce (interpretada pela segunda vez por Diogo Lopes Filho) a assistir sua montagem apoteótica – um balé musical trágico – na qual interpretará, sozinha, 60 personagens de uma tragédia grega.
Os dois esquetes seguintes (extraídos de Quem tem medo de Itália Fausta), são assinados por Miguel Magno e Ricardo de Almeida. Em “O Ponto e a Atriz”, vários gêneros teatrais são ironizados ao resgatar a função do Ponto, figura que lembrava o texto para as divas das grandes companhias de teatro durante as apresentações. Nesse esquete, O Ponto, Marivado (interpretado por Mário Bezerra), se vê em apuros ao contracenar com Maria I, ‘a rainha boba’ (vivida por Lelo Filho), a sensual Helena (interpretada por Marcos Barretto), a espevitada anãzinha Camila (vivida por Diogo Lopes Filho) e a desbocada Aracy (também interpretada por Marcos Barretto).
No último esquete, “Fanta e Pandora”, o ensino do teatro é o foco central e o público é transformado em mais uma personagem com quem duas professoras universitárias, Fanta Maria (interpretada por Lelo Filho desde 1988) e Pandora Luzia (dessa vez vivida por Diogo Lopes Filho) passam a interagir numa improvável aula sobre a influência de dois fonemas no teatro javanês, durante os últimos 15 dias do século XII a.c.
Desde 1988, muitos bordões que foram criados por tantos atores que já passaram pelo espetáculo, vêm virando assunto em mesas de bar, nos ambientes de trabalho e nas casas de quem assiste e acaba repetindo: ‘é a minha cara’, ‘eu tou tão tão que nem nem’, ‘rebobine’, ‘cadê meus botões?’, dentre outros. A BOFETADA é centrada basicamente no tempo de comédia do ator e o que mais impacta o espectador é a maneira como a peça vai sendo renovada pelo elenco através de referências a fatos do cotidiano, mantendo as características marcantes no trabalho da Cia Baiana de Patifaria: improvisações a partir de acontecimentos do noticiário, participação da plateia e críticas a comportamentos da sociedade contemporânea, estabelecendo uma forte comunicação com o público. A BOFETADA atravessou vários acontecimentos históricos do país e a cada nova montagem atrai novas gerações de espectadores, além de ser assistida por antigos fãs. A proposta sempre foi ir além de realizar apenas um teatro de entretenimento e a estreia de A BOFETADA abriu uma nova página na trajetória do grupo com sua profissionalização.







COMPANHIA BAIANA DE PATIFARIA – um breve histórico

Prestes a completar 30 anos nos palcos, a Teatro de Comédia Produções Artísticas, nacionalmente conhecida como Cia Baiana de Patifaria, vem desenvolvendo um teatro de repertório que soma 8 espetáculos: Abafabanca, A Bofetada, Noviças Rebeldes, 3 em 1, A Vaca Lelé, Capitães da Areia, Siricotico uma comédia do balacobaco e Fora da Ordem.

Quando a trupe partiu para sua primeira turnê nacional em 1991, entre o Rio de Janeiro e São Paulo, uma boa definição de seu trabalho foi feita por um jornalista do Jornal O Estado de São Paulo: “Patifaria, na Bahia, não quer dizer desaforo ou pouca vergonha. Significa também, brincadeira exagerada, que passa da conta”. Brincadeira cênica aliada a muito trabalho nos bastidores e uma profunda pesquisa sobre diferentes estilos de comédias. As temporadas da Cia Baiana já aconteceram em alguns dos mais importantes teatros do país: quase todas as casas de espetáculos de Salvador, em São Paulo nos Teatros Bixiga, Mambembe, Cultura Artística, Bibi Ferreira e Imprensa, no Rio de Janeiro no Teatro Ipanema, Teatro Leblon, Teatro dos Quatro, Teatro João Caetano, Teatro das Artes, Teatro Carlos Gomes, em Brasília na Sala Vila Lobos do Teatro Nacional, em Porto Alegre no Teatro São Pedro, em Curitiba no Teatro Guaíra, dentre outros. Em 1997, a comédia musical “Noviças Rebeldes”, dirigida por Wolf Maya, foi apresentada por 2 semanas no St Clement Theatre, em Nova York.

A democratização do teatro através do riso, do humor, para um público cada vez mais amplo e diversificado, essa sempre foi a meta da Cia Baiana de Patifaria. A comédia desde sua origem sempre teve o caráter de aproximar plateias, ao ironizar os dilemas do cotidiano e propor reflexão. Desde 1987, quando surgiu, a Cia Baiana vem tentando manter seu repertório em cartaz, sempre prezando pela qualidade de suas montagens, gerando empregos e ampliando seu público em todo país.