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Musical 16 80 min R$ 25,00 a R$ 60,00

Josephine Baker
A Vênus Negra

Endereço

Av. Pres. Antônio Carlos, 58
Centro - Rio de Janeiro - RJ

ver google maps

Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(21) 3005-2701

Temporada

Quinta a Domingo 19h30

06 de Abril a 17 de Dezembro de 2017

Ingressos

R$ 25,00 a R$ 60,00

Promoção Itaucard

50% de desconto para clientes Itaucard.

Promoção pessoal e intransferível para o titular do cartão na compra de um ingresso inteiro. Válido somente para 1 apresentação do espetáculo, mediante pagamento com cartões participantes da promoção.

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.

Ficha Técnica

Texto: Walter Daguerre
Direção: Otavio Muller
Direção Musical: Dany Roland
Direção de Movimento: Marina Salomon
Elenco: Aline Deluna / Atriz
Dany Roland – Músico (bateria e percussão) / Ator
Christiano Sauer - Músico (contrabaixo e violão) / Ator
Jonathan Ferr – Músico (teclado e acordeon) / Ator
Cenografia e Figurinos: Marcelo Marques
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros
Projeto de Som: Branco Ferreira
Preparação Vocal: Débora Garcia
Visagismo: Guto Leça
Assistência de Dramaturgia: Fabrício Branco
Assistência de Direção e Produção: Luisa Reis
Programação Visual: Cacau Gondomar
Fotografia: Lucio Luna
Mídias Sociais: Leo Ladeira
Direção de Produção: Alice Cavalcante e Ana Velloso
Produção Executiva: Alice Cavalcante, Ana Velloso e Vera Novello
Realização: Sábios Projetos e Lúdico Produções Artísticas
Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação - João Pontes e Stella Stephany

Valores

Quinta
R$ 50,00 inteira
R$ 25,00 meia

Sexta, Sábado e Domingo
R$ 60,00 inteira
R$ 30,00 meia

texto de Walter Daguerre
direção de Otavio Muller
com Aline Deluna como Josephine Baker

e Dany Roland (bateria e percussão),
Christiano Sauer (contrabaixo, violão e guitarra)
Jonathan Ferr (teclado e escaleta)

Divulgação / Lu Valiatti


Devido ao grande sucesso, o espetáculo volta ao palco do Teatro Maison de France para mais uma temporada, após receber 7 indicações a prêmios!

A história da dançarina, cantora, atriz e humorista Josephine Baker
(1906-1975), norte-americana naturalizada francesa que conquistou
o mundo com sua arte e talento, apesar das críticas ao seu estilo de vida
rebelde e liberal. No palco, a dança selvagem, a sensualidade e o deboche.
Fora dele, a luta pela igualdade racial, a defesa da miscigenação
e da convivência harmônica entre os povos.

REESTREIA: 19 de outubro (5ªf), às 19h30
ESTREIA PARA CONVIDADOS: dia 18 de outubro (4ªf), às 20h00
LOCAL: TEATRO MAISON DE FRANCE
. Av. Presidente Antônio Carlos, 58 – Centro / RJ Tel: (21) 2544-2533
HORÁRIOS: 5ª a domingo às 19h30 / INGRESSOS: R$ 50 e R$ 25 (meia) às quintas-feiras e R$60,00 e R$30,00 (meia) às sextas, sábados e domingos / vendas pelo site www.compreingressos.com / CLASSIFICAÇÃO: 16 anos / DURAÇÃO: 80 min / GÊNERO: musical / CAPACIDADE: 353 espectadores / TEMPORADA: até 17 de dezembro


“Musical acerta ao apostar em dramaturgia e direção que
têm a simplicidade como marca, além de protagonista
segura e com frescor. ”
Macksen Luiz, Jornal O Globo

Dia 19 de outubro de 2017, o espetáculo Josephine Baker – A Vênus Negra volta ao palco do Teatro Maison de France. Depois de receber 7 indicações aos prêmios: Shell, nas categorias Atriz e Figurino, Cesgranrio, nas categorias Atriz em Musical e Direção Musical, e Botequim Cultural, nas categorias Autor e Atriz em Teatro Musical.

O mito de Cinderela. Era como Josephine Baker via sua vida: uma menina negra, pobre, nascida em St. Louis, Missouri / EUA, num período de intensa discriminação e segregação racial, que se tornou uma das artistas mais célebres de sua época. Com sua dança selvagem e as caretas que fazia em cena, e posteriormente com seu surpreendente refinamento, tornou-se uma aclamada cantora francesa, mas sem nunca abandonar seu entusiasmo e sua voracidade em cena, valendo-se sempre do humor e do deboche para conquistar e alegrar seu público.

É essa mulher e artista à frente de seu tempo que o espetáculo “Josephine Baker, a Vênus Negra”, com texto de Walter Daguerre e direção de Otavio Muller, pretende apresentar ao público. No papel de Josephine Baker, Aline Deluna que, além de cantar e dançar, se parece fisicamente com Baker. Acompanhando a atriz, o trio de jazz formado pelos músicos Dany Roland (bateria e percussão), Christiano Sauer (contrabaixo, violão e guitarra) e Jonathan Ferr (teclado e escaleta).

Através da dramaturgia, da música ao vivo, dança e humor, “Josephine Baker - a Vênus Negra” aborda questões sociais e culturais em discussão ainda nos dias de hoje, como a discriminação racial, a censura dentro da arte, o valor do saber acadêmico versus o conhecimento prático e a indagação de qual é o papel da arte e do artista frente a? sociedade.

Percorrer a vida de Josephine Baker e? fazer uma viagem no tempo, quando o jazz, até então “música de negros”, passa a ser reconhecido como arte e absorvido com entusiasmo pelos brancos; é acompanhar, pelo olhar de quem viveu, a busca por seu lugar em uma sociedade organizada e dominada por brancos.

A dança selvagem de Josephine Baker forçou os limites da arte, do improviso, do sensual, do deboche, expressando algo que não se encaixava no saber acadêmico, mas que se criava no seu próprio fazer. Fora do palco ela também lutou, ora valendo-se de seus privilégios de artista para colher informações para o governo de De Gaulle durante a Segunda Guerra Mundial, ora adotando 12 crianças de etnias diferentes, criadas juntas, levando em conta suas diferentes crenças e valores. Josephine as chamava de “tribo arco-íris”, pois reuniam diversas nacionalidades e cores - coreana; japonesa; colombiana; finlandesa; canadense; judaico-francesa; argelina; costa-marfinense; venezuelana; francesa (dois), e marroquina.

“(...) chegamos ao conceito da peça depois de 'esbarrarmos' em Oswald de Andrade. Ele e Tarsila do Amaral hospedaram Miss Baker quando ela esteve pela primeira vez no Brasil. Oswald acabou nos
influenciando muito e nosso espetáculo ganhou contornos Tropicalista-Antropofágicos. O que tem tudo a ver com Josephine Baker, que defendia a miscigenação, portanto a mistura, como caminho para a harmonia entre os povos.", conta o autor, Walter Daguerre.

Josephine Baker – A Vênus Negra estreou em 06 de abril (cumprindo temporada até 28 de maio de 2017) no Teatro Maison de France, e volta ao mesmo palco de 19 de outubro a 17 de dezembro de 2017, de quinta a domingo às 19h30.

JOSEPHINE BAKER E ALINE DELUNA – DUAS MUSAS INSPIRADORAS

"Escrevi ‘Josephine Baker - A Vênus Negra’ para Aline Deluna. Ela é minha musa inspiradora, uma atriz fantástica que além de cantar, dançar e ser muito divertida, é extremamente flexível e disponível ao jogo do teatro. Isso foi fundamental para este processo, pois o espetáculo foi sendo construído como conceito, dramaturgia e cena ao longo dos ensaios. É claro que estamos contando a história de Josephine Baker, uma das mulheres mais influentes do Século XX. Para se ter uma ideia, ela foi condecorada pelo General De Gaulle pela sua atuação ao lado da Resistência francesa contra a ocupação nazista. Mas a forma como estamos narrando sua trajetória é completamente singular, passando, em primeiro lugar, pelo filtro da nossa atriz. Tanto é assim, que Aline está em cena acompanhada apenas por um trio de Jazz.”, explica o autor.

Otavio Muller também foi inspirado pela atriz: “Aline é uma força da natureza, me estimula, gosto do ator que também cria. É assustador: ela canta pra caramba, dança pra caramba. Em alguns momentos o que temos em cena é um zoom nela. Para mim, é Aline Baker.”

“Aline Deluna dá um show de carisma. ”
Renata Magalhães , Veja Rio

A MONTAGEM

Otavio Muller optou por usar o palco como uma tela em branco, onde tudo será construído diante dos olhos do espectador: “Aline brinca, não incorpora a Josephine todo o tempo. Mostramos todos os truques – ela recebe o público antes, com roupa normal, e depois vai se montando. Às vezes ela conta a história, e às vezes vive a Josephine. O palco é uma página em branco, e nós vamos, levados pelo talento da Aline. Gosto muito da ideia de o palco deixar a gente sonhar.”

Um trio de jazz acompanha a atriz: Dany Roland (bateria e percussão), Christiano Sauer (contrabaixo, violão e guitarra) e Jonathan Ferr (teclado e escaleta). Eles são também atores, tem suas cenas ao logo do espetáculo e participaram de todo o processo de criação.


A ORIGEM DO PROJETO

É da atriz Aline Deluna o projeto de levar a vida de Josephine Baker à cena: “Josephine apareceu para mim através de um amigo muito especial, o psicanalista e dramaturgo Antonio Quinet, como referência para um trabalho que fazíamos na época. Impossível não se impactar e interessar



imediatamente por aquela figura magrela seminua lançando pernas e braços para o ar enquanto
revirava os olhos como se debochasse da própria sexualidade. Fui em busca de conhecer mais sobre essa personagem e cada dado novo me fazia ficar mais apaixonada. Palhaça, bailarina, cantora, atriz, militante, mãe, são algumas formas de descrever Josephine Baker, mas o que melhor a define para mim é o amor. A forma amorosa e carinhosa com a qual é lembrada pelas pessoas demonstra não só uma artista deslumbrante, mas um ser humano incrível.”


FICHA TÉCNICA

Texto: Walter Daguerre
Direção: Otavio Muller
Direção Musical: Dany Roland
Direção de Movimento: Marina Salomon

Elenco: Aline Deluna / Atriz
Dany Roland – Músico (bateria e percussão)
Christiano Sauer - Músico (contrabaixo, violão e guitarra)
Jonathan Ferr – Músico (teclado e escaleta)

Cenografia e Figurinos: Marcelo Marques
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros
Projeto de Som: Branco Ferreira
Preparação Vocal: Débora Garcia
Visagismo: Guto Leça
Assistência de Dramaturgia: Fabrício Branco
Assistência de Direção e Produção: Luísa Reis
Programação Visual: Cacau Gondomar
Fotografia: Lucio Luna
Mídias Sociais: Leo Ladeira
Direção de Produção: Alice Cavalcante e Ana Velloso
Realização: Sábios Projetos
Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação - João Pontes e Stella Stephany

ALINE DELUNA – atriz

Atriz, bailarina, cantora e dubladora. Em cinema e televisão, atuou no curta-metragem Alice (2007) e na novela Caras e bocas (2009), respectivamente. Nas artes cênicas esteve no espetáculo de dança Cidades Furtivas, direção de Regina Miranda; no musical Um Rio chamado Machado, direção de Marcio Vieira; e na peça Cristo proclamado, direção de Aderbal Freire- Filho, entre outras. Como dubladora, narrou a série de TV Militares pela democracia e o longa-metragem Militares que disseram não, ambos com direção de Silvio Tendler.
Em 2013 apresentou La leçon de Charcot em La Salpetriere, em Paris, França. Com a Cia Inconsciente em Cena protagonizou Abram-se os histéricos e Variações freudianas 1 – O sintoma, direção de Regina Miranda, e O ATO - variações freudianas 2, com direção de Walter Daguerre. Protagonizou os espetáculos do projeto Porto de Memórias, com direção de Regina Miranda (2014/2015).

OTAVIO MULLER – diretor

Ator, diretor e dramaturgo. Com formação na CAL, trabalhou com diretores teatrais como Bia Lessa, Eduardo Wotzik, Felipe Hirsch e Mauro Mendonça Filho, e na TV com nomes como Dennis Carvalho, Mauro Mendonça Filho, José Alvarenga, Mauricio Farias, José Luiz Villamarim e Amora Mautner. Atuou na série Tapas e beijos, dirigiu o ator Marcelo Serrado num quadro no Fantástico (TV Globo), e esteve em cartaz com a peça A vida sexual da mulher feia, monólogo baseado no romance homônimo de Claudia Tajes, em que assinou também a direção.

No teatro esteve em trabalhos como Oeste, Jantar entre Amigos, Camila Baker, a saga continua e No retrovisor. Na TV, participou de diversas novelas e minisséries, entre elas Os ossos do barão, Anjo mau, Dona Flor e seus dois maridos, Labirinto, Os Maias, Agora é que são elas, Celebridade e A grande família. Atualmente integra o elenco do humorístico “Zorra”, na TV Globo.


WALTER DAGUERRE – autor

Autor, diretor e ator carioca, com mais de 15 peças de teatro encenadas e dois filmes rodados - um curta e um longa-metragem. Seus trabalhos em teatro incluem parcerias com Paulo José, José de Abreu, Eriberto Leão, Du Moscovis, Mateus Solano, Gregorio Duvivier, Bel Kutner e Amir Haddad, entre outros. Em cinema, destacam-se o longa Paraíso, aqui vou eu (roteiro e direção), exibido no Festival do Rio (2011) e em diversos festivais nacionais, e o curta-metragem Eu, Sidarta (2012), exibido no Cine Odeon, dentro do Festival Curta Cinema, e no ano seguinte no CCBB Rio dentro da Mostra do Filme Livre. Foi contratado pela TV Globo em 2014 como roteirista colaborador da minissérie Ligações Perigosas, protagonizada por Patricia Pillar e Selton Melo.

Nos últimos três anos estreou no teatro Lili (2016, SESC Copacabana), com direção de Susana Ribeiro; A Mecânica das Borboletas (2012, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo), dirigido por Paulo de Moraes; e Elefante (2013), na Arena do SESC Copacabana, com direção de Igor Angelkorte, dentre outros. Uma de suas peças mais recentes, Jim, com Eriberto Leão e dirigido por Paulo de Moraes, inspirada na vida e obra de Jim Morrison, fez temporadas no Rio e em São Paulo, seguindo em turnê pelo Brasil.

TEASER

https://vimeo.com/217903346


MÍDIAS SOCIAIS

/josephinebakeravenusnegra/

/josephinebakeravenusnegra/




CRÍTICAS

http://vejario.abril.com.br/cultura-lazer/aline-deluna-da-show-de-carisma-em-peca-sobre-josephine-baker/
http://macksenluiz.blogspot.com.br/2017/04/temporada-2017_26.html
http://cultura.estadao.com.br/blogs/p-de-pop/josephine-baker-inspira-experiencia-teatral-sobre-aceitacao/
http://lionel-fischer.blogspot.com.br/2017/04/teatrocritica-josephine-baker-venus.html
http://www.escriturascenicas.com.br/2017/05/josephine-baker-um-singular-biodrama.html
http://www.marciapeltier.com.br/josephine-baker/


INDICAÇÕES A PRÊMIOS

30ª Edição do Prêmio Shell de Teatro
Atriz, para Aline Deluna
Autor, para Walter Daguerre
Figurino, para Marcelo Marques.

Prêmio Cesgranrio de Teatro – Edição 2017
Atriz em Musical, para Aline Deluna
Direção Musical, para Dany Roland.

6º Prêmio Botequim Cultural
Melhor Autor (Teatro Musical), para Walter Daguerre
Melhor Atriz (em Teatro Musical), para Aline Deluna

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Musical 16 80 min

Josephine Baker A Vênus Negra

Teatro Maison de France

Centro - Rio de Janeiro - RJ

texto de Walter Daguerre
direção de Otavio Muller
com Aline Deluna como Josephine Baker

e Dany Roland (bateria e percussão),
Christiano Sauer (contrabaixo, violão e guitarra)
Jonathan Ferr (teclado e escaleta)

Divulgação / Lu Valiatti


Devido ao grande sucesso, o espetáculo volta ao palco do Teatro Maison de France para mais uma temporada, após receber 7 indicações a prêmios!

A história da dançarina, cantora, atriz e humorista Josephine Baker
(1906-1975), norte-americana naturalizada francesa que conquistou
o mundo com sua arte e talento, apesar das críticas ao seu estilo de vida
rebelde e liberal. No palco, a dança selvagem, a sensualidade e o deboche.
Fora dele, a luta pela igualdade racial, a defesa da miscigenação
e da convivência harmônica entre os povos.

REESTREIA: 19 de outubro (5ªf), às 19h30
ESTREIA PARA CONVIDADOS: dia 18 de outubro (4ªf), às 20h00
LOCAL: TEATRO MAISON DE FRANCE
. Av. Presidente Antônio Carlos, 58 – Centro / RJ Tel: (21) 2544-2533
HORÁRIOS: 5ª a domingo às 19h30 / INGRESSOS: R$ 50 e R$ 25 (meia) às quintas-feiras e R$60,00 e R$30,00 (meia) às sextas, sábados e domingos / vendas pelo site www.compreingressos.com / CLASSIFICAÇÃO: 16 anos / DURAÇÃO: 80 min / GÊNERO: musical / CAPACIDADE: 353 espectadores / TEMPORADA: até 17 de dezembro


“Musical acerta ao apostar em dramaturgia e direção que
têm a simplicidade como marca, além de protagonista
segura e com frescor. ”
Macksen Luiz, Jornal O Globo

Dia 19 de outubro de 2017, o espetáculo Josephine Baker – A Vênus Negra volta ao palco do Teatro Maison de France. Depois de receber 7 indicações aos prêmios: Shell, nas categorias Atriz e Figurino, Cesgranrio, nas categorias Atriz em Musical e Direção Musical, e Botequim Cultural, nas categorias Autor e Atriz em Teatro Musical.

O mito de Cinderela. Era como Josephine Baker via sua vida: uma menina negra, pobre, nascida em St. Louis, Missouri / EUA, num período de intensa discriminação e segregação racial, que se tornou uma das artistas mais célebres de sua época. Com sua dança selvagem e as caretas que fazia em cena, e posteriormente com seu surpreendente refinamento, tornou-se uma aclamada cantora francesa, mas sem nunca abandonar seu entusiasmo e sua voracidade em cena, valendo-se sempre do humor e do deboche para conquistar e alegrar seu público.

É essa mulher e artista à frente de seu tempo que o espetáculo “Josephine Baker, a Vênus Negra”, com texto de Walter Daguerre e direção de Otavio Muller, pretende apresentar ao público. No papel de Josephine Baker, Aline Deluna que, além de cantar e dançar, se parece fisicamente com Baker. Acompanhando a atriz, o trio de jazz formado pelos músicos Dany Roland (bateria e percussão), Christiano Sauer (contrabaixo, violão e guitarra) e Jonathan Ferr (teclado e escaleta).

Através da dramaturgia, da música ao vivo, dança e humor, “Josephine Baker - a Vênus Negra” aborda questões sociais e culturais em discussão ainda nos dias de hoje, como a discriminação racial, a censura dentro da arte, o valor do saber acadêmico versus o conhecimento prático e a indagação de qual é o papel da arte e do artista frente a? sociedade.

Percorrer a vida de Josephine Baker e? fazer uma viagem no tempo, quando o jazz, até então “música de negros”, passa a ser reconhecido como arte e absorvido com entusiasmo pelos brancos; é acompanhar, pelo olhar de quem viveu, a busca por seu lugar em uma sociedade organizada e dominada por brancos.

A dança selvagem de Josephine Baker forçou os limites da arte, do improviso, do sensual, do deboche, expressando algo que não se encaixava no saber acadêmico, mas que se criava no seu próprio fazer. Fora do palco ela também lutou, ora valendo-se de seus privilégios de artista para colher informações para o governo de De Gaulle durante a Segunda Guerra Mundial, ora adotando 12 crianças de etnias diferentes, criadas juntas, levando em conta suas diferentes crenças e valores. Josephine as chamava de “tribo arco-íris”, pois reuniam diversas nacionalidades e cores - coreana; japonesa; colombiana; finlandesa; canadense; judaico-francesa; argelina; costa-marfinense; venezuelana; francesa (dois), e marroquina.

“(...) chegamos ao conceito da peça depois de 'esbarrarmos' em Oswald de Andrade. Ele e Tarsila do Amaral hospedaram Miss Baker quando ela esteve pela primeira vez no Brasil. Oswald acabou nos
influenciando muito e nosso espetáculo ganhou contornos Tropicalista-Antropofágicos. O que tem tudo a ver com Josephine Baker, que defendia a miscigenação, portanto a mistura, como caminho para a harmonia entre os povos.", conta o autor, Walter Daguerre.

Josephine Baker – A Vênus Negra estreou em 06 de abril (cumprindo temporada até 28 de maio de 2017) no Teatro Maison de France, e volta ao mesmo palco de 19 de outubro a 17 de dezembro de 2017, de quinta a domingo às 19h30.

JOSEPHINE BAKER E ALINE DELUNA – DUAS MUSAS INSPIRADORAS

"Escrevi ‘Josephine Baker - A Vênus Negra’ para Aline Deluna. Ela é minha musa inspiradora, uma atriz fantástica que além de cantar, dançar e ser muito divertida, é extremamente flexível e disponível ao jogo do teatro. Isso foi fundamental para este processo, pois o espetáculo foi sendo construído como conceito, dramaturgia e cena ao longo dos ensaios. É claro que estamos contando a história de Josephine Baker, uma das mulheres mais influentes do Século XX. Para se ter uma ideia, ela foi condecorada pelo General De Gaulle pela sua atuação ao lado da Resistência francesa contra a ocupação nazista. Mas a forma como estamos narrando sua trajetória é completamente singular, passando, em primeiro lugar, pelo filtro da nossa atriz. Tanto é assim, que Aline está em cena acompanhada apenas por um trio de Jazz.”, explica o autor.

Otavio Muller também foi inspirado pela atriz: “Aline é uma força da natureza, me estimula, gosto do ator que também cria. É assustador: ela canta pra caramba, dança pra caramba. Em alguns momentos o que temos em cena é um zoom nela. Para mim, é Aline Baker.”

“Aline Deluna dá um show de carisma. ”
Renata Magalhães , Veja Rio

A MONTAGEM

Otavio Muller optou por usar o palco como uma tela em branco, onde tudo será construído diante dos olhos do espectador: “Aline brinca, não incorpora a Josephine todo o tempo. Mostramos todos os truques – ela recebe o público antes, com roupa normal, e depois vai se montando. Às vezes ela conta a história, e às vezes vive a Josephine. O palco é uma página em branco, e nós vamos, levados pelo talento da Aline. Gosto muito da ideia de o palco deixar a gente sonhar.”

Um trio de jazz acompanha a atriz: Dany Roland (bateria e percussão), Christiano Sauer (contrabaixo, violão e guitarra) e Jonathan Ferr (teclado e escaleta). Eles são também atores, tem suas cenas ao logo do espetáculo e participaram de todo o processo de criação.


A ORIGEM DO PROJETO

É da atriz Aline Deluna o projeto de levar a vida de Josephine Baker à cena: “Josephine apareceu para mim através de um amigo muito especial, o psicanalista e dramaturgo Antonio Quinet, como referência para um trabalho que fazíamos na época. Impossível não se impactar e interessar



imediatamente por aquela figura magrela seminua lançando pernas e braços para o ar enquanto
revirava os olhos como se debochasse da própria sexualidade. Fui em busca de conhecer mais sobre essa personagem e cada dado novo me fazia ficar mais apaixonada. Palhaça, bailarina, cantora, atriz, militante, mãe, são algumas formas de descrever Josephine Baker, mas o que melhor a define para mim é o amor. A forma amorosa e carinhosa com a qual é lembrada pelas pessoas demonstra não só uma artista deslumbrante, mas um ser humano incrível.”


FICHA TÉCNICA

Texto: Walter Daguerre
Direção: Otavio Muller
Direção Musical: Dany Roland
Direção de Movimento: Marina Salomon

Elenco: Aline Deluna / Atriz
Dany Roland – Músico (bateria e percussão)
Christiano Sauer - Músico (contrabaixo, violão e guitarra)
Jonathan Ferr – Músico (teclado e escaleta)

Cenografia e Figurinos: Marcelo Marques
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros
Projeto de Som: Branco Ferreira
Preparação Vocal: Débora Garcia
Visagismo: Guto Leça
Assistência de Dramaturgia: Fabrício Branco
Assistência de Direção e Produção: Luísa Reis
Programação Visual: Cacau Gondomar
Fotografia: Lucio Luna
Mídias Sociais: Leo Ladeira
Direção de Produção: Alice Cavalcante e Ana Velloso
Realização: Sábios Projetos
Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação - João Pontes e Stella Stephany

ALINE DELUNA – atriz

Atriz, bailarina, cantora e dubladora. Em cinema e televisão, atuou no curta-metragem Alice (2007) e na novela Caras e bocas (2009), respectivamente. Nas artes cênicas esteve no espetáculo de dança Cidades Furtivas, direção de Regina Miranda; no musical Um Rio chamado Machado, direção de Marcio Vieira; e na peça Cristo proclamado, direção de Aderbal Freire- Filho, entre outras. Como dubladora, narrou a série de TV Militares pela democracia e o longa-metragem Militares que disseram não, ambos com direção de Silvio Tendler.
Em 2013 apresentou La leçon de Charcot em La Salpetriere, em Paris, França. Com a Cia Inconsciente em Cena protagonizou Abram-se os histéricos e Variações freudianas 1 – O sintoma, direção de Regina Miranda, e O ATO - variações freudianas 2, com direção de Walter Daguerre. Protagonizou os espetáculos do projeto Porto de Memórias, com direção de Regina Miranda (2014/2015).

OTAVIO MULLER – diretor

Ator, diretor e dramaturgo. Com formação na CAL, trabalhou com diretores teatrais como Bia Lessa, Eduardo Wotzik, Felipe Hirsch e Mauro Mendonça Filho, e na TV com nomes como Dennis Carvalho, Mauro Mendonça Filho, José Alvarenga, Mauricio Farias, José Luiz Villamarim e Amora Mautner. Atuou na série Tapas e beijos, dirigiu o ator Marcelo Serrado num quadro no Fantástico (TV Globo), e esteve em cartaz com a peça A vida sexual da mulher feia, monólogo baseado no romance homônimo de Claudia Tajes, em que assinou também a direção.

No teatro esteve em trabalhos como Oeste, Jantar entre Amigos, Camila Baker, a saga continua e No retrovisor. Na TV, participou de diversas novelas e minisséries, entre elas Os ossos do barão, Anjo mau, Dona Flor e seus dois maridos, Labirinto, Os Maias, Agora é que são elas, Celebridade e A grande família. Atualmente integra o elenco do humorístico “Zorra”, na TV Globo.


WALTER DAGUERRE – autor

Autor, diretor e ator carioca, com mais de 15 peças de teatro encenadas e dois filmes rodados - um curta e um longa-metragem. Seus trabalhos em teatro incluem parcerias com Paulo José, José de Abreu, Eriberto Leão, Du Moscovis, Mateus Solano, Gregorio Duvivier, Bel Kutner e Amir Haddad, entre outros. Em cinema, destacam-se o longa Paraíso, aqui vou eu (roteiro e direção), exibido no Festival do Rio (2011) e em diversos festivais nacionais, e o curta-metragem Eu, Sidarta (2012), exibido no Cine Odeon, dentro do Festival Curta Cinema, e no ano seguinte no CCBB Rio dentro da Mostra do Filme Livre. Foi contratado pela TV Globo em 2014 como roteirista colaborador da minissérie Ligações Perigosas, protagonizada por Patricia Pillar e Selton Melo.

Nos últimos três anos estreou no teatro Lili (2016, SESC Copacabana), com direção de Susana Ribeiro; A Mecânica das Borboletas (2012, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo), dirigido por Paulo de Moraes; e Elefante (2013), na Arena do SESC Copacabana, com direção de Igor Angelkorte, dentre outros. Uma de suas peças mais recentes, Jim, com Eriberto Leão e dirigido por Paulo de Moraes, inspirada na vida e obra de Jim Morrison, fez temporadas no Rio e em São Paulo, seguindo em turnê pelo Brasil.

TEASER

https://vimeo.com/217903346


MÍDIAS SOCIAIS

/josephinebakeravenusnegra/

/josephinebakeravenusnegra/




CRÍTICAS

http://vejario.abril.com.br/cultura-lazer/aline-deluna-da-show-de-carisma-em-peca-sobre-josephine-baker/
http://macksenluiz.blogspot.com.br/2017/04/temporada-2017_26.html
http://cultura.estadao.com.br/blogs/p-de-pop/josephine-baker-inspira-experiencia-teatral-sobre-aceitacao/
http://lionel-fischer.blogspot.com.br/2017/04/teatrocritica-josephine-baker-venus.html
http://www.escriturascenicas.com.br/2017/05/josephine-baker-um-singular-biodrama.html
http://www.marciapeltier.com.br/josephine-baker/


INDICAÇÕES A PRÊMIOS

30ª Edição do Prêmio Shell de Teatro
Atriz, para Aline Deluna
Autor, para Walter Daguerre
Figurino, para Marcelo Marques.

Prêmio Cesgranrio de Teatro – Edição 2017
Atriz em Musical, para Aline Deluna
Direção Musical, para Dany Roland.

6º Prêmio Botequim Cultural
Melhor Autor (Teatro Musical), para Walter Daguerre
Melhor Atriz (em Teatro Musical), para Aline Deluna