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Show 18

Zezé Motta
Divina Saudade

Endereço

Av. Sete de Setembro, 1537
Campo Grande - Salvador - BA

ver google maps

Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(71) 2626-0032

Temporada

Sexta e Sábado 20h30

14 a 15 de Julho de 2017

Tickets

Sexta
R$ 80,00 couvert artístico

Sábado
R$ 100,00 couvert artístico

Serviços

Serviço de BAR:

A partir das 19h45.

(*) Como espectador do Café-Teatro Rubi, você pode desfrutar de preços especiais no jantar do Restaurante Passeio da Vitória – Sheraton da Bahia e também taxa especial de hospedagem. Consulte a Bilheteria do Teatro.

Informações

PROIBIDA A ENTRADA DEPOIS DO INÍCIO DO ESPETÁCULO.

O show é uma generosa homenagem à Divina, como era conhecida Elizeth Cardoso, que se transformou em uma das maiores intérpretes brasileiras de todos os tempos
A convite do Café-Teatro-Rubi, Sheraton da Bahia, a cantora e atriz Zezé Motta apresenta o show “Divina Saudade”, em que homenageia a grande intérprete Elizeth Cardoso, mais conhecida como “A Divina”, nos dias 14 e 15 de julho, às 20h30.

Cantando os sucessos musicais imortalizados na voz de Elizeth, Zezé criou um repertório recheado de samba, bossa nova e composições gravadas na época do rádio. No primeiro ato, o cenário é uma grande cortina francesa dourada, com um microfone anos 1950, lembrando os auditórios da rádio Nacional e tantos palcos emblemáticos desse período. É um momento de glamour pós-guerra, onde as estrelas eram importadas de Hollywood.
No segundo ato, o clima muda. Vira teatro, as letras das canções interagem com a cenografia e tudo fica mais dramático e misterioso. Os sucessos revisitados pela força de Zezé ganham forma e opinião. “Não poderíamos estar neste século sem homenagear Elizeth, que foi uma das nossas maiores artistas de todos os tempos”, diz Motta.

Zezé cantando Elizeth é, na verdade, uma diva cantando o repertório de outra, pois elas têm muito em comum. São mulheres, negras, brasileiras, ambas mergulharam em uma espécie de underground da vida musical carioca, emergiram e venceram em um país onde o machismo e o racismo ainda são muito presentes.

“Eu queria fazer algo novo, um trabalho que fosse um marco na minha carreira de ‘cantriz’. Um dia acordei e vi na minha estante o livro “Elizeth, a Divina”, de Sérgio Cabral, que eu havia lido há um ano. Me lembrei da emoção que foi encontrar com ela em um show. Durante o ensaio, conversei com Elizeth e senti uma grande afinidade. Eu sabia que a Divina tinha feito uma trajetória pautada por um cuidado excepcional com seu repertório, e que homenageá-la seria assumir a grande responsabilidade de interpretar um time de iluminados da MPB, como Pixinguinha, Cartola, Baden Powell, Tom Jobim, Vinícius de Moraes e outros tantos”, conta, emocionada, Zezé.

Elizeth Cardoso - Considerada a primeira dama da nossa música popular, Elizeth é pioneira em registros de músicas da Bossa Nova e, também, a primeira cantora popular a interpretar Villa-Lobos em um teatro.

A artista começou, em meados do século passado, cantando em um dos principais programas da Rádio Guanabara ao lado de grandes nomes, como Noel Rosa, Vicente Celestino, Araci de Almeida e Marília Batista. Seu cantar agradou tanto Noel Rosa que o mesmo tirou o violão da caixa e ensinou-a a cantar uma de suas últimas produções, o samba Quem Ri Melhor.
Elizeth construiu uma carreira sólida, se consagrou como grande intérprete e levou seu canto a muitas partes do mundo, como Costa Rica, Guatemala, Estados Unidos, Bolívia, Japão, etc.
Em maio de 1990, o Brasil perde Elizeth, vítima de um câncer no estômago. No velório, o corpo foi coberto pelas bandeiras do Bola Preta, da Escola de Samba Portela e do Flamengo. A Portela, escola de samba de seu coração, envia-lhe como última homenagem um ritmista para tocar surdo no momento do sepultamento.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Show 18

Zezé Motta Divina Saudade

Café Teatro Rubi - Sheraton da Bahia Hotel

Campo Grande - Salvador - BA

O show é uma generosa homenagem à Divina, como era conhecida Elizeth Cardoso, que se transformou em uma das maiores intérpretes brasileiras de todos os tempos
A convite do Café-Teatro-Rubi, Sheraton da Bahia, a cantora e atriz Zezé Motta apresenta o show “Divina Saudade”, em que homenageia a grande intérprete Elizeth Cardoso, mais conhecida como “A Divina”, nos dias 14 e 15 de julho, às 20h30.

Cantando os sucessos musicais imortalizados na voz de Elizeth, Zezé criou um repertório recheado de samba, bossa nova e composições gravadas na época do rádio. No primeiro ato, o cenário é uma grande cortina francesa dourada, com um microfone anos 1950, lembrando os auditórios da rádio Nacional e tantos palcos emblemáticos desse período. É um momento de glamour pós-guerra, onde as estrelas eram importadas de Hollywood.
No segundo ato, o clima muda. Vira teatro, as letras das canções interagem com a cenografia e tudo fica mais dramático e misterioso. Os sucessos revisitados pela força de Zezé ganham forma e opinião. “Não poderíamos estar neste século sem homenagear Elizeth, que foi uma das nossas maiores artistas de todos os tempos”, diz Motta.

Zezé cantando Elizeth é, na verdade, uma diva cantando o repertório de outra, pois elas têm muito em comum. São mulheres, negras, brasileiras, ambas mergulharam em uma espécie de underground da vida musical carioca, emergiram e venceram em um país onde o machismo e o racismo ainda são muito presentes.

“Eu queria fazer algo novo, um trabalho que fosse um marco na minha carreira de ‘cantriz’. Um dia acordei e vi na minha estante o livro “Elizeth, a Divina”, de Sérgio Cabral, que eu havia lido há um ano. Me lembrei da emoção que foi encontrar com ela em um show. Durante o ensaio, conversei com Elizeth e senti uma grande afinidade. Eu sabia que a Divina tinha feito uma trajetória pautada por um cuidado excepcional com seu repertório, e que homenageá-la seria assumir a grande responsabilidade de interpretar um time de iluminados da MPB, como Pixinguinha, Cartola, Baden Powell, Tom Jobim, Vinícius de Moraes e outros tantos”, conta, emocionada, Zezé.

Elizeth Cardoso - Considerada a primeira dama da nossa música popular, Elizeth é pioneira em registros de músicas da Bossa Nova e, também, a primeira cantora popular a interpretar Villa-Lobos em um teatro.

A artista começou, em meados do século passado, cantando em um dos principais programas da Rádio Guanabara ao lado de grandes nomes, como Noel Rosa, Vicente Celestino, Araci de Almeida e Marília Batista. Seu cantar agradou tanto Noel Rosa que o mesmo tirou o violão da caixa e ensinou-a a cantar uma de suas últimas produções, o samba Quem Ri Melhor.
Elizeth construiu uma carreira sólida, se consagrou como grande intérprete e levou seu canto a muitas partes do mundo, como Costa Rica, Guatemala, Estados Unidos, Bolívia, Japão, etc.
Em maio de 1990, o Brasil perde Elizeth, vítima de um câncer no estômago. No velório, o corpo foi coberto pelas bandeiras do Bola Preta, da Escola de Samba Portela e do Flamengo. A Portela, escola de samba de seu coração, envia-lhe como última homenagem um ritmista para tocar surdo no momento do sepultamento.