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Comédia Dramática 10 70 min R$ 30,00 a R$ 60,00

Brimas

Endereço

Rua Joana Angélica, 63
Ipanema - Rio de Janeiro - RJ

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Compre pelo telefone de segunda a sábado das 11h às 19h

(21) 3005-2701

Temporada

Sexta, Sábado e Domingo 20h

02 de Junho a 30 de Julho de 2017

Ingressos

R$ 30,00 a R$ 60,00

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.

Ficha Técnica

Texto e atuação: Beth Zalcman e Simone Kalil
Direção: Luiz Antônio Rocha
Assistente de direção: Valéria Alencar
Cenário: Toninho Lôbo
Figurino: Claudia Goldbach
Programação visual: Davi Palmeira
Preparação de elenco: Beth Zalcman
Programação visual: Davi Palmeira
Assessoria de imprensa: Minas de ideias
Elaboração de projeto: Jenny Mezzencio
Produção executiva: Lívia Ataíde
Direção de produção: Beth Zalcman, Simone Kalil e Sandro Rabello
Realização: Mabruk Produções e Diga Sim Produções

Valores

R$ 60,00 inteira
R$ 30,00 meia

A comédia Brimas, de Beth Zalcman e Simone Kalil, reestreia no Teatro Cândido Mendes dia 2 de junho, 20h em Ipanema. Após sucesso de crítica e de público, a peça cumpre temporada até 2 de julho com sessões às sextas, sábados domingos, 20h.

"BRIMAS é uma pérola, um tesouro que está sendo revelado no Teatro. Nesse momento de intolerância religiosa no Brasil, e com a questão da imigração novamente em pauta, devido à guerra na Síria, e em outros países, a peça nos faz recordar, com emoção, que o que nos une é ainda maior do que o que nos separa. A amizade é uma realidade humana que nos faz sobreviver". - Clarice Niskier

Indicada ao Prêmio Shell de teatro por melhor texto, a montagem dirigida por Luiz Antônio Rocha é baseada em histórias reais de duas senhoras imigrantes, Ester e Marion, que revivem, com muito humor, suas histórias, enquanto cozinham quibes para um velório. O riso, a saudade das famílias e as memórias do passado se misturam nessa história cheia de emoção e sabedoria.
Ester (Beth Zalcman) e Marion (Simone Kalil), uma judia e outra católica maronita são duas mulheres vindas do Egito e do Líbano respectivamente, que chegam ao Rio de Janeiro no início do século XX. Inspiradas em suas avós, as atrizes trazem para o palco lembranças familiares, que, mesmo sendo de religiões diferentes, são similares quando tangem o idioma, hábitos e costumes.
A plateia é recebida pelas Brimas assim que chega ao teatro. Elas servem quibes durante um velório e conversam com as pessoas. A comida acaba e as duas matriarcas se empenham em fazer mais tabuleiros de quibe. O público vai descobrindo a cultura do oriente médio e a coragem dessas matriarcas, amigas inseparáveis, apaixonadas pela vida.

A peça fala sobre o amor a terra em que se nasce, orgulho de pertencer à pátria brasileira que as acolheu como filhas, a travessia, o ir sempre em frente, a esperança, a memória do que ficou para trás, a saudade e a expectativa da alegria de dias melhores. Esses ingredientes representam a saga de muitos imigrantes.

Sinopse –
Duas senhoras imigrantes, Ester e Marion, revivem, com muito humor, suas histórias, enquanto cozinham quibes para um velório. O riso, a saudade da família e as memórias do passado se misturam nessa história cheia de emoção e sabedoria.

"Muito feliz por ter embarcado nessa viagem, nesse projeto lindo e abençoado! Falamos dos imigrantes que deixam suas pátrias e cruzam o oceano em busca de uma nova pátria. Através do humor vamos falar dessas travessias.” Luiz Antônio Rocha
Para a autora e atriz Beth Zalcman, falar de sua avó é falar de identidade construída pelo afeto, pelo cheiro e sabores da comida, pelos gestos, pela voz, pelas histórias vividas e sentidas. Brimas é falar da possibilidade de encontros, de paz, independente de crenças, nesse momento contemporâneo de tanta intolerância.

“A força dessas matriarcas, nossas avós, representando tantos outros imigrantes, tantas outras avós, tantas outras mulheres. Essa peça fala do oriente médio e fala do Brasil. Na verdade, Brimas fala de tudo aquilo que diz respeito ao que há de mais humano em nós: o amor, a saudade, a família, a fé e a alegria.” Emociona-se Simone Kalil, atriz e autora.

“BRIMAS – “Um espetáculo resgatador de almas.” Assisti a um espetáculo de essência, feito com a alma, pra quem gosta de ver ator em cena brincando de verdade. As estórias que Beth Zalcman e Simone Kalil contam em BRIMAS poderiam ser outras até, mas o que elas – as estórias e as atrizes - provocam no público faz com que cada um se lembre de quem realmente é. Risos, lágrimas e alterações de batimento cardíaco renovadores, cumprindo assim a principal utopia do teatro. Tornar as pessoas melhores. Simplicidade desconcertante, tanto que o diretor Luiz Antônio Rocha entendeu que não precisava mais do que criar boas condições para esse encontro com o público.” - Júlio Adrião

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Brimas

Teatro Candido Mendes

Ipanema - Rio de Janeiro - RJ

A comédia Brimas, de Beth Zalcman e Simone Kalil, reestreia no Teatro Cândido Mendes dia 2 de junho, 20h em Ipanema. Após sucesso de crítica e de público, a peça cumpre temporada até 2 de julho com sessões às sextas, sábados domingos, 20h.

"BRIMAS é uma pérola, um tesouro que está sendo revelado no Teatro. Nesse momento de intolerância religiosa no Brasil, e com a questão da imigração novamente em pauta, devido à guerra na Síria, e em outros países, a peça nos faz recordar, com emoção, que o que nos une é ainda maior do que o que nos separa. A amizade é uma realidade humana que nos faz sobreviver". - Clarice Niskier

Indicada ao Prêmio Shell de teatro por melhor texto, a montagem dirigida por Luiz Antônio Rocha é baseada em histórias reais de duas senhoras imigrantes, Ester e Marion, que revivem, com muito humor, suas histórias, enquanto cozinham quibes para um velório. O riso, a saudade das famílias e as memórias do passado se misturam nessa história cheia de emoção e sabedoria.
Ester (Beth Zalcman) e Marion (Simone Kalil), uma judia e outra católica maronita são duas mulheres vindas do Egito e do Líbano respectivamente, que chegam ao Rio de Janeiro no início do século XX. Inspiradas em suas avós, as atrizes trazem para o palco lembranças familiares, que, mesmo sendo de religiões diferentes, são similares quando tangem o idioma, hábitos e costumes.
A plateia é recebida pelas Brimas assim que chega ao teatro. Elas servem quibes durante um velório e conversam com as pessoas. A comida acaba e as duas matriarcas se empenham em fazer mais tabuleiros de quibe. O público vai descobrindo a cultura do oriente médio e a coragem dessas matriarcas, amigas inseparáveis, apaixonadas pela vida.

A peça fala sobre o amor a terra em que se nasce, orgulho de pertencer à pátria brasileira que as acolheu como filhas, a travessia, o ir sempre em frente, a esperança, a memória do que ficou para trás, a saudade e a expectativa da alegria de dias melhores. Esses ingredientes representam a saga de muitos imigrantes.

Sinopse –
Duas senhoras imigrantes, Ester e Marion, revivem, com muito humor, suas histórias, enquanto cozinham quibes para um velório. O riso, a saudade da família e as memórias do passado se misturam nessa história cheia de emoção e sabedoria.

"Muito feliz por ter embarcado nessa viagem, nesse projeto lindo e abençoado! Falamos dos imigrantes que deixam suas pátrias e cruzam o oceano em busca de uma nova pátria. Através do humor vamos falar dessas travessias.” Luiz Antônio Rocha
Para a autora e atriz Beth Zalcman, falar de sua avó é falar de identidade construída pelo afeto, pelo cheiro e sabores da comida, pelos gestos, pela voz, pelas histórias vividas e sentidas. Brimas é falar da possibilidade de encontros, de paz, independente de crenças, nesse momento contemporâneo de tanta intolerância.

“A força dessas matriarcas, nossas avós, representando tantos outros imigrantes, tantas outras avós, tantas outras mulheres. Essa peça fala do oriente médio e fala do Brasil. Na verdade, Brimas fala de tudo aquilo que diz respeito ao que há de mais humano em nós: o amor, a saudade, a família, a fé e a alegria.” Emociona-se Simone Kalil, atriz e autora.

“BRIMAS – “Um espetáculo resgatador de almas.” Assisti a um espetáculo de essência, feito com a alma, pra quem gosta de ver ator em cena brincando de verdade. As estórias que Beth Zalcman e Simone Kalil contam em BRIMAS poderiam ser outras até, mas o que elas – as estórias e as atrizes - provocam no público faz com que cada um se lembre de quem realmente é. Risos, lágrimas e alterações de batimento cardíaco renovadores, cumprindo assim a principal utopia do teatro. Tornar as pessoas melhores. Simplicidade desconcertante, tanto que o diretor Luiz Antônio Rocha entendeu que não precisava mais do que criar boas condições para esse encontro com o público.” - Júlio Adrião