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Gênero
X
Comédia 12 80 min

O Pai

Endereço

Alameda Santos, 2233
Jardins - São Paulo - SP

ver google maps

Temporada

Sextas e Sábados às 21h30 e Domingo às 18h00

23 de Março a 29 de Julho de 2018

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.

Valores

Sextas e Domingos
R$ 80,00 inteira
R$ 40,00 meia

Sábados
R$ 100,00 inteira
R$ 50,00 meia

Ficha Técnica:

Texto: Florian Zeller
Tradução: Carolina Gonzalez e Lenita Aghetoni
Direção: Léo Stefanini
Produção 2018: Adriana Grzyb, Giovani Tozi e Léo Stefanini
Elenco: Fulvio Stefanini, Carol Gonzalez,
Carol Mariottini, Paulo Emilio Lisboa, Wilson Gomes e Déo Patricio.
Cenário: André Cortez
Figurinos: Letícia Barbieri
Iluminação: Wagner Antônio
Assessoria de Imprensa: Morente Forte

Texto: Florian Zeller
Direção: Léo Stefanini

Com Carol Gonzalez, Carol Mariottini,
Paulo Emílio Lisboa, Wilson Gomes e Déo Patrício

Reestreia dia 23 de março de 2018
Teatro Renaissance
Temporada até 10 de junho de 2018

Com grande sucesso de público e crítica, O PAI está de volta, agora no charmoso Teatro Renaissance.

Em 2017 O espetáculo foi vencedor dosprêmios:
Shell de Melhor Ator - Fulvio Stefanini.
Aplauso de melhor cenário – André Cortez
Aplauso de melhor espetáculo do ano

O Pai, de Florian Zeller, é considerado um fenômeno mundial. Atualmente em cartaz em mais de 30 países.
Na França ganhou os Prêmios Molière, o mais importante do teatro francês, de melhor peça, ator e atriz principal em 2014.
Na Inglaterra, foi eleita “a melhor peça do ano” pelo The Guardian.
Ganhou ainda os palcos da América do Sul, África e Ásia, sempre aclamado pela crítica, que não poupou prêmios às diversas montagens.
O espetáculo retrata com requintado humor e sensibilidade as vidas de um pai e de uma filha. As transformações trazidas pelo tempo, pela idade e pela convivência familiar.Tudo tratado de maneira poética, lúdica, romântica. O PAI é uma obra que transforma lágrimas em risos. E risos em lágrimas.

O texto mergulha no universo provável de um homem saudável cuja memória vacila. Nós mesmos sentimos as contradições dos fatos, a necessidade das repetições, a perda da lógica comum e as incompreensões e nossa razão fica também perdida. Pouco a pouco, ninguém consegue distinguir o real da ficção, o verdadeiro do falso, o importante e o superficial e então nós mesmos nos encontramos nesse vazio mental sem nenhum ponto de apoio, sem nenhuma possibilidade de evitar esse movimento inexorável em direção à alienação.
O norte da encenação é identificar a poesia de uma relação tão desgastada a partir de um problema aparentemente sem solução.

A primeira encenação brasileira traz Fulvio Stefanini no papel título, comemorando 60 anos de carreira e vencedor do Prêmio Shell de Melhor Ator. Completam o elenco Carolina Gonzalez, Déo Patricio, Carol Mariottini, Paulo Emílio Lisboa e Wilson Gomes. A montagem conta com uma equipe de grande qualidade com André Cortez nos cenários, Letícia Barbieri nos figurinos, Wagner Antônio na iluminação e Léo Stefanini, que vem despontando na cena teatral, dirigindo seu pai justamente em uma peça que fala sobre a relação entre pais e filhos.

Viver o André é um grande desafio. Um personagem instigante, complexo, divertido e comovente.
Quando li a peça pela primeira vez percebi que teria a oportunidade de realizar um grande trabalho. Lidar com um tema tão delicado, de uma maneira sutil, buscando valorizar o que há de mais humano na relação com a filha.

“ A maravilhosa peça O PAI é essencial para pensarmos o tema da longevidade para além da marketing da longevidade”
Luiz Felipe Pondé

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Comédia 12 80 min

O Pai

Teatro Renaissance

Jardins - São Paulo - SP

Texto: Florian Zeller
Direção: Léo Stefanini

Com Carol Gonzalez, Carol Mariottini,
Paulo Emílio Lisboa, Wilson Gomes e Déo Patrício

Reestreia dia 23 de março de 2018
Teatro Renaissance
Temporada até 10 de junho de 2018

Com grande sucesso de público e crítica, O PAI está de volta, agora no charmoso Teatro Renaissance.

Em 2017 O espetáculo foi vencedor dosprêmios:
Shell de Melhor Ator - Fulvio Stefanini.
Aplauso de melhor cenário – André Cortez
Aplauso de melhor espetáculo do ano

O Pai, de Florian Zeller, é considerado um fenômeno mundial. Atualmente em cartaz em mais de 30 países.
Na França ganhou os Prêmios Molière, o mais importante do teatro francês, de melhor peça, ator e atriz principal em 2014.
Na Inglaterra, foi eleita “a melhor peça do ano” pelo The Guardian.
Ganhou ainda os palcos da América do Sul, África e Ásia, sempre aclamado pela crítica, que não poupou prêmios às diversas montagens.
O espetáculo retrata com requintado humor e sensibilidade as vidas de um pai e de uma filha. As transformações trazidas pelo tempo, pela idade e pela convivência familiar.Tudo tratado de maneira poética, lúdica, romântica. O PAI é uma obra que transforma lágrimas em risos. E risos em lágrimas.

O texto mergulha no universo provável de um homem saudável cuja memória vacila. Nós mesmos sentimos as contradições dos fatos, a necessidade das repetições, a perda da lógica comum e as incompreensões e nossa razão fica também perdida. Pouco a pouco, ninguém consegue distinguir o real da ficção, o verdadeiro do falso, o importante e o superficial e então nós mesmos nos encontramos nesse vazio mental sem nenhum ponto de apoio, sem nenhuma possibilidade de evitar esse movimento inexorável em direção à alienação.
O norte da encenação é identificar a poesia de uma relação tão desgastada a partir de um problema aparentemente sem solução.

A primeira encenação brasileira traz Fulvio Stefanini no papel título, comemorando 60 anos de carreira e vencedor do Prêmio Shell de Melhor Ator. Completam o elenco Carolina Gonzalez, Déo Patricio, Carol Mariottini, Paulo Emílio Lisboa e Wilson Gomes. A montagem conta com uma equipe de grande qualidade com André Cortez nos cenários, Letícia Barbieri nos figurinos, Wagner Antônio na iluminação e Léo Stefanini, que vem despontando na cena teatral, dirigindo seu pai justamente em uma peça que fala sobre a relação entre pais e filhos.

Viver o André é um grande desafio. Um personagem instigante, complexo, divertido e comovente.
Quando li a peça pela primeira vez percebi que teria a oportunidade de realizar um grande trabalho. Lidar com um tema tão delicado, de uma maneira sutil, buscando valorizar o que há de mais humano na relação com a filha.

“ A maravilhosa peça O PAI é essencial para pensarmos o tema da longevidade para além da marketing da longevidade”
Luiz Felipe Pondé