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Musical L R$ 25,00 à R$ 50,00

Os Sons Que Vem da Cozinha

Endereço

Av. Tancredo Neves, 1.109 (Edifício Casa do Comércio)
Pituba - Salvador - BA

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Temporada

Sextas Às 21h00

13 a 27 de Abril de 2018

Ingressos

R$ 25,00 à R$ 50,00

Descontos

50% para pessoas de idade igual ou superior a 60 anos.
50% para estudantes.

Valores

R$ 50,00 inteira
R$ 25,00 meia

Ficha Técnica

Roteiro e Direção: Kaika Alves
Atores: Kaika Alves e Sandro Rangel
Arranjos: Alan Carvalho e StudioZin

OS SONS QUE VÊM DA COZINHA
Mais que um espetáculo, um documentário musical que conduz o público a um passado com o qual todos se identificam

Com texto e repertório envolventes, “Os Sons Que Vêm da Cozinha” aborda o cenário da produção musical, denominada “brega”, dos anos 60 e 70, sua história, seus intérpretes, curiosidades e os principais sucessos que, aos poucos, deixaram a “cozinha” e conquistatam espaço na “sala de estar”. Estrelado por Kaika Alves e Sandro Rangel, o espetáculo estará em cartaz durante todas as SEXTAS-FEIRAS de JANEIRO (a partir do dia 12) às 21h no TEATRO SESC CASA DO COMÉRCIO. Os ingressos custam a partir de R$25,00 (meia entrada) e podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro ou através do site www.compreingressos.com

Tendo como principal referência o livro “Eu Não sou Cachorro Não” de autoria de Paulo César de Araújo, o espetáculo é construído em forma de documentário musical, onde dois atores-cantores contam histórias, vivem seus personagens e interpretam os principais hits que fizeram imenso sucesso nas vozes de cantores como Waldick Soriano, Odair José, Fernando Mendes, Paulo Sérgio, Agnaldo Timóteo, dentre outros.

Apesar de se constituir um patrimônio afetivo de grande parte da população brasileira, o trabalho desses artistas é completamente ignorado pelos registros oficiais que guardam a história da nossa música. Quando citados, vêm sempre acompanhado de uma abordagem pejorativa, sob o rótulo de “Cantores de Empregadas”.

Afinal, que memória histórica da música popular tem sido construída em nosso país? Por que a exclusão de uma vertente musical que serviu e serve de referência para milhões de brasileiros? Esse repertório se confunde com a história de muitos e tem o poder de despertar memórias afetivas em todos nós, independente da posição sócio cultural de cada um.

*Sinopse sob total responsabilidade da produção do evento.

Os Sons Que Vem da Cozinha

Teatro Sesc Casa do Comércio

Pituba - Salvador - BA

OS SONS QUE VÊM DA COZINHA
Mais que um espetáculo, um documentário musical que conduz o público a um passado com o qual todos se identificam

Com texto e repertório envolventes, “Os Sons Que Vêm da Cozinha” aborda o cenário da produção musical, denominada “brega”, dos anos 60 e 70, sua história, seus intérpretes, curiosidades e os principais sucessos que, aos poucos, deixaram a “cozinha” e conquistatam espaço na “sala de estar”. Estrelado por Kaika Alves e Sandro Rangel, o espetáculo estará em cartaz durante todas as SEXTAS-FEIRAS de JANEIRO (a partir do dia 12) às 21h no TEATRO SESC CASA DO COMÉRCIO. Os ingressos custam a partir de R$25,00 (meia entrada) e podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro ou através do site www.compreingressos.com

Tendo como principal referência o livro “Eu Não sou Cachorro Não” de autoria de Paulo César de Araújo, o espetáculo é construído em forma de documentário musical, onde dois atores-cantores contam histórias, vivem seus personagens e interpretam os principais hits que fizeram imenso sucesso nas vozes de cantores como Waldick Soriano, Odair José, Fernando Mendes, Paulo Sérgio, Agnaldo Timóteo, dentre outros.

Apesar de se constituir um patrimônio afetivo de grande parte da população brasileira, o trabalho desses artistas é completamente ignorado pelos registros oficiais que guardam a história da nossa música. Quando citados, vêm sempre acompanhado de uma abordagem pejorativa, sob o rótulo de “Cantores de Empregadas”.

Afinal, que memória histórica da música popular tem sido construída em nosso país? Por que a exclusão de uma vertente musical que serviu e serve de referência para milhões de brasileiros? Esse repertório se confunde com a história de muitos e tem o poder de despertar memórias afetivas em todos nós, independente da posição sócio cultural de cada um.